O martírio voluntário, o sofrimento auto inflingido de nada mais servirá além de acrescentar dor desnecessária à vida.
Pois sendo a vida presente divino é dever supremo de cada um de nós cultivar o amor, a compaixão e a caridade, a começar por si mesmo.
O sofrimento dignifica somente quando por causa involuntária, apesar de ser sempre uma consequência de escolhas.
A auto flagelação é vaidade imperdoável, é a pior expressão de ingratidão. É como a criança mimada que insatisfeita com o presente recebido o destrói para punir implacavelmente quem só queria sua felicidade, sua satisfação. Assim é o suicida, o viciado químico, o depressivo - que recusando-se a aprender com as dificuldades geradas por suas próprias escolhas, fugindo da responsabilidade que lhe pertence, sabota o bem mais valioso que houvera recebido: seu corpo, sua mente.
Não despreze mais a ferramenta preciosa que lhe fora dado para seu crescimento, sua alegria suprema nesta vida: seu Talento.
Cada ser humano vem provido de sua Luz Divina a ser manifestada em sua vida. E este tesouro magnífico é o Talento.
Não exercitar seu talento, não acreditar em seu talento é viver pela metade.
Quem busca no outro a felicidade, se sente pela metade, está simplesmente se distanciando de seu talento.
Só quem se sente pleno, completo, pode ser boa companhia, pois irá compartilhar seu positivismo sem medo, sem orgulho, com amor e gratidão.